Itaparica, Edificação, Forte de São Lourenço, TOMBADO

Vera Cruz, Edificação e Acervo, Capela de Santo Antônio dos Velasques, TOMBADO

Itaparica, Edificação e Acervo, Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, ANEXADO

Itaparica, Edificação e Acervo, Igreja de São Lourenço, TOMBADO

Itaparica, Conjunto Urbano Conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, inclusive a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, TOMBADO

Itaparica, Ruína, Ruína: de um Paiol, Quartel e Casa do administrador, INSTRUÇÃO

Itaparica, Terreiro, Terreiro Culto aos ancestrais – OMO Ilê Agbôulá, TOMBADO

Itaparica, Paisagem, Sítio Histórico de Caça à Baleia em Itaparica, INDEFERIDO

Itaparica, Edificação, Ruínas e entorno da Igreja de Bom Jesus de Vera Cruz, INDEFERIDO

Itaparica, Área de Preservação Ambiental, Reserva de Wenceslau

Vera Cruz, Unidad de Conservação Municipal, Parque Ecológico de Baiacu

Vera Cruz, Forno de Cal, Ponta das Caieiras, Penha

 

A Ilha de Itaparica situa-se na Baía de Todos os Santos e de sua ocupação se tem notícias desde os primeiros tempos da colonização portuguesa. Os primeiros assentamentos indígenas foram dando lugar aos engenhos de açúcar, grande riqueza do Recôncavo Baiano no período colonial. Sua posição estratégica tornou-a alvo de inúmeros invasores que pretendiam a conquista da cidade de Salvador, a capital da Colônia, e das ricas vilas de Maragogipe e Cachoeira, cujo acesso se fazia pelo rio Paraguassu.

Essa localização fez com que a ilha fosse duramente castigada, tendo seus engenhos incendiados. Isto também explica o grande número de fortalezas em seu território que buscavam, mediante fogo cruzado, impedir o ataque inimigo. O município pertencia a Salvador, até 1833, quando foi emancipado. Em 1890, a vila passou à categoria de cidade. Primitivamente, se estendia por toda a ilha e Salinas das Margarida.

Itaparica, Edificação, Forte de São Lourenço, TOMBADO:
Atual Estação de desmagnetização da Marinha. Situado no extremo norte da ilha de Itaparica, no local conhecido antigamente como Ponta da Baleia, em área estrategicamente importante por impedir o desembarque no único porto natural da ilha. A primeira construção data de 1647, durante a invasão holandesa, quando estes ocuparam a ilha e constroem um forte de quatro redutos. Ao se retirarem para Recife, os holandeses arrasaram o forte. A construção atual data de 1711, em terrapleno contido por muros de arrimo de alvenaria de pedra, cujo acesso se faz por túnel em rampa. O antigo quartel da guarnição e a prisão são recobertos por abóbadas de berço.

Vera Cruz, Edificação e Acervo, Capela de Santo Antônio dos Velásquez, TOMBADO

Itaparica, Edificação e Acervo, Igreja de São Lourenço, TOMBADO:
A igreja teria sido construída em 1610. Construção de alvenaria mista de pedra e tijolo, desenvolvida em nave única, com corredores laterais sem tribunas, sendo recoberto por telhado de telha-vã de duas águas, com terminação do tipo beira-seveira. Este edifício apresenta planta de transição entre as capelas rurais de partido em “T” e as igrejas Matriz e de Irmandade, do início do século XVIII. Sua fachada se caracteriza pela presença de uma única e volumosa torre com terminação em pirâmide.

Itaparica, Conjunto Urbano Conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, inclusive a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, TOMBADO
O conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico de Itaparica, na Bahia, foi tombado pelo Iphan em 1980, e inclui a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento. A parte central da cidade, protegida pelo Instituto, localiza-se próxima ao mar, no norte da ilha, em trecho conhecido antigamente como Ponta da Baleia, que se desenvolveu em uma trama de ruas de desenho irregular, intercalada por praças. O conjunto, apesar das transformações ocorridas ao longo dos anos, conserva suas características originais.
Os sobrados são em pequeno número, o que ratifica a escala horizontal do conjunto, onde se sobressai a Matriz do Santíssimo Sacramento por sua volumetria avantajada. Outros pontos de destaque na paisagem são a Igreja de São Lourenço, de pequenas dimensões e o Forte de mesmo nome, à beira-mar, realçado por pequena praia com frondosos tamarindeiros.

Itaparica – Ilha do Medo, Ruínas: de um Paiol, Quartel e Casa do administrador, século XIX – INSTRUÇÃO

Ruinas da ocupação da ilha do medo, para seu uso militar, cuja construção foi visitada por Dom Pedro II em 1859, com planta depositada no APEB datada de 1865.

Itaparica, Terreiro, Terreiro Culto aos ancestrais – OMO Ilê Agbôulá, TOMBADO
A organização da salvaguarda do acervo baiano, prioridade do Estado iniciada nas primeiras décadas do século XX, foi intensificada após a criação do Serviço de Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (Sphan), ao qual coube a tarefa de identificar, restaurar e preservar os bens culturais brasileiros. Em 1937, começou a funcionar o 2º Distrito do Sphan, com sede em Salvador, abrangendo os estados da Bahia e Sergipe. Em 1990, transformou-se na 7ª Coordenação Regional, atual Superintendência do Iphan, com jurisdição sobre a Bahia. O Iphan funcionou no Museu dos Sete Candeeiros até 1988, quando passou a ocupar a Casa Berquó, imóvel do século XVII, tombado individualmente, situado no centro histórico de Salvador.

Itaparica, Paisagem, Sítio Histórico de Caça à Baleia em Itaparica, INDEFERIDO

“As armações da pesca da baleia foram empreendimentos dedicados à captura desses cetáceos e ao beneficiamento de suas partes. Eram aparelhados com edificações, equipamentos e mão-de-obra, ficando sua atividade a mercê da sazonalidade das migrações das baleias junto à costa. No Brasil, a pesca da baleia teve início do século XVI, no Recôncavo da Bahia, mais precisamente na Ilha de Itaparica. Ao longo do processo de colonização, concomitantemente as atividades dos engenhos de açúcar, a atividade pesqueira foi lucrativa em Itaparica. No século XVI foram construídas armações na Ponta de Itaparica e na Ponta da Cruz, sendo, posteriormente, edificadas outras em Manguinhos, Porto Santo, Gamboa e Barra do Gil”
– Profa. Dra. Fabiana Comerlato

Manguinhos: vila de pescadores que se originou da atividade da pesca da baleia, guardando ainda artefatos e vestígios históricos da caça dos cetáceos, além de ter sido durante muitos anos foi vanguarda dos saveiros da Bahia.

Porto dos Santos (8 km do centro), povoado tradicional que também se originou da atividade da pesca da baleia, lá existem ruinas de uma armação (indústria da pesca de baleias), uma trilha que leva à Fonte dos Milagres, lugar considerado místico, muito procurado pelos adeptos do candomblé e uma praia semi-deserta cercada por densa vegetação da Mata Atlântica…

Barra do Gil: Localidade que tem esse nome por causa de Francisco Gil de Araújo, “o generoso protetor dos jesuítas”, que em 1647 comprou a capitania do Espirito Santo, e em 1676 foi empreendedor da jornada de descobrimento das minas de esmeralda.

Itaparica, Edificação, Ruínas e entorno da Igreja de Nosso senhor da Vera Cruz, INDEFERIDO

Itaparica, Área de Preservação Ambiental, Reserva de Venceslau Monteiro
Conta a tradição, que no século passado, um preto velho e cego chamado Venceslau passou a enxergar após lavar o rosto no riacho. O local passou a ser considerado sagrado.A principal atração é a Fonte dos Milagres, uma nascente em meio a vestígios de Mata Atlântica. Uma trilha limpa e bem conservada leva até uma clareira, onde há uma capela de pedras, quiosques e bancos de cimento. Seguindo a trilha além da fonte, subindo o morro, chega-se a Amoreiras. No verão, o rio Milagre seca, mas o local continua freqüentado. Os visitantes refrescam-se no riacho e fazem oferendas, orações e pagam promessas. Na parte mais alta existe um cruzeiro e diversas árvores sagradas do candomblé.
Vera Cruz, Unidade de Conservação Municipal, Parque Ecológico de Baiacu.

Integra o conjunto de ruinas e sítios arqueológicos do primeiro núcleo de ocupação da ilha, iniciado no ano de 1560.

Vera Cruz, Forno de Cal, Ponta das Caieiras, Penha

Fontes do Calado com agua mineral brotando na praia, comunidade do Catu, segunda freguesia da ilha datada do século XVII

Fonte da Bica: Itaparica – Rua 25 de Outubro, águas minerais de comprovada ação medicinal. Construída em 1842, Lá você verá a inscrição•”Água fina. faz véia virá menina”.

Instituto Sacatar: Centro de residências artísticas de referencia internacional

Fonte do Tororó, a Ilha de Saraíba, o Recife das Pinaúnas e o Recife das Caramuanas, Mata de My Friend e os Recifes internos da Bts piscina natural no meio do mar, com águas límpidas e peixes multicoloridos, dentre os mais populares.

Estação Ecológica Ilha do Medo

Fundada em 1991, resultado de um trabalho coletivo da UFBA, Gérmen e prefeitura municipal.
Praia do Forte – Junto ao centro histórico da cidade de Itaparica tem como principal atração o Forte de S. Lourenço (1711), testemunha de um passado em que Itaparica foi pólo produtor de cana-de-açúcar, alvo da cobiça de piratas e holandeses e centro de luta pela independência do Brasil. Ali fica também a Fonte da Bica (águas minerais medicinais).

Praia Ponta de Areia – Rasa e quase sem ondas. Tem barraquinhas, uma vila e casas de veraneio, Bastante procurada, é boa para a pesca.

Praia das Amoreiras – Junto a uma vila, tem casas de veraneio e bares na areia. O acesso a essas praias, a partir do asfalto, é bastante precário.

Praia Manguinhos – ocupada principalmente por casas de veraneio. Tem mar calmo, bom para banhos e esportes náuticos.

Praia Porto dos Santos – semi-deserta. é cercada por densa vegetação da Mata Atlântica.

Praia Gameleira – é boa para banhos, esportes náuticos e pescarias. Fica em frente a uma vila, de ruas estreitas e casas antigas, já no município de Vera Cruz. Tem pousada e barraquinhas com comidas e bebidas.

Praia Mar Grande – Na sede do município de Vera Cruz. Urbanizada (prédios antigos), com o Porto do Duro (barcos para Salvador). Alguns trechos são conhecidos como Jaburu, do Duro, Ilhota e Gamboa. Tem várias pousadas, camping e bares.

Praia da Penha – A mais sofisticada, com boas casas de veraneio e uma bela vista de Salvador. Uma falha na muralha de recifes transforma a Ponta da Penha (onde há uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Penha) num dos poucos pontos de surfe da ilha.

Praia Barra do Gil – Fica em frente a uma vila de pescadores e um condomínio fechado ocupa parte da orla. Tem cerca de 1 km, sem ondas, com areia clara e fina. Acesso em cascalho. Tem pousada.

Praia da Coroa – Com 2,5 km, tem muitos coqueiros. Possui condomínios, casas de veraneio e de pescadores. Sem infra-estrutura. Acesso em terra.

Barra do Pote – Assim como as anteriores, possui vista de Salvador.
Sem ondas, com areia clara e fina. Fica em frente a uma vila de pescadores e tem casas de veraneio. Acesso em terra. Tem pousada com restaurante.

Praia da Conceição – Tem 2 km, com água e areia semelhantes às anteriores.
Numa vila de pescadores há bares e restaurantes improvisados, Ao sul do centro fica •a Igreja Nossa Senhora da Conceição (séc. XVIII).
Mais adiante seguranças do Méditerranée e molhes que vão até a água dificultam (mas não impedem) o acesso à praia em frente ao hotel.

Praia da Barra Grande – Tem 4 km, com coqueiros e areia fina e seca. Alguns trechos são conhecidos como Cardoso, Parapatinga e Pedras. Neste última outra falha na muralha de recifes permite a pratica do surfe. Tem hotel, pousadas e camping.

Praia Tairu – Tem água bastante verde, areia clara e fina e coqueiros, É uma das mais bonitas da ilha. Possui casas de veraneio, uma vila, condomínios e uma colônia de férias,

Praia de Aratuba – A presença de vários condomínios dificulta o acesso à praia.
Entre outubro e janeiro a maré, quando baixa, forma um braço de areia com 3 km de extensão. É boa para a pesca de arremesso. Tem pousadas e albergue da juventude.

Praia Berlinque – Possui pequena infra-estrutura (mercadinho, telefone público). Tem cerca de 3 km, águas calmas e areia clara. Há casas de veraneio e uma vila de pescadores. Tem pousadas, bares, restaurante e camping.

Praia Cacha-Pregos – Cercada por coqueiros, sem ondas, com visão de Salvador, tem hotel, pousadas, camping e várias barraquinhas, É bastante procurada no verão.
O vilarejo de mesmo nome possui cinco estaleiros (que fabricam saveiros e escunas).
A expressão “cacha-pregos” – que se popularizou como sinônimo de lugar muito distante – em português arcaico quer dizer “esconde-Pregos” (peixes que entram pela barra do Rio Jaguaripe e não sabem mais voltar para o mar). Ali podem ser alugados barcos para visitar o “Pantanal Baiano”.
Manguezal – Santuário Ecológico da Contracosta:
São inúmeros rios que desembocam na contracosta formada um emaranhado de canais navegáveis. O manguezal, um verdadeiro nicho ecológico e berçário da fauna marinha que ocupa toda a contracosta da ilha.
Como chegar: Uma das opções é a partir de Cacha – pregos, povoado no sul da Ilha, onde se pode alugar uma lancha para o passeio.

Fonte: http://portal.iphan.gov.br
http://www.ilhaitaparica.com

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